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 Outrora as pessoas deficientes eram consideradas loucas e o preconceito era grande.
Mas, se faz necessário enfrentar a questão analisando de forma angular, sem disfarces .
Nós, espiritualistas, sabemos que a deficiência , sob qualquer de suas formas,  é doença , e assim é necessária ao homem, enquanto Espírito em desenvolvimento.
É preciso compreender que a doença faz parte da vida do homem e, como tudo, tem ela sua função, seu papel  .
A vida material corresponde a um processo, isto é,a uma seqüência contínua de fatos ou operações que representam certa unidade ou que se reproduzem com certa regularidade  levando  o homem a uma atividade constante, através da qual se desenvolve, se transforma. Viver é sempre enfrentar obstáculos diferentes, aflitivos às vezes, prazerosos outros, mas, sempre estimulando o próprio desenvolvimento do ser.
A doença, tão natural em um corpo que nasce, cresce, reproduz e se decompõe nos seus elementos constitutivos, faz parte desse viver. É, pois, uma realidade da vida em mundos materiais em desenvolvimento, servindo ao progresso espiritual do homem.
Aceitá-la como parte do viver na Terra é um ato inteligente, o que não significa conformação passiva. É um desafio a ser vencido, procurando meios de afastá-la ou amenizar seus efeitos.
Considerá-la como um fator natural desse viver, estudá-la, para bem lhe conhecer as causas e, por conseqüência, os meios de evitá-la, de combatê-la, de vencê-la, libertando o homem dessa necessidade atual, têm sido preocupações e atividades de excelente desenvolvimento, realizadas por muitos que se dedicam, nas diferentes áreas, proporcionando à Humanidade, um viver, cada vez mais, em melhores condições físicas e materiais, tendo até a existência prolongada.
A Humanidade um dia se libertará das doenças, mas, por muito tempo ainda, a Terra terá de conviver com elas, enquanto o homem, com saúde, não aprender a viver no respeito mútuo dos deveres e direitos de cada um.
O espiritismo, demonstrando a doença, em geral, como resultado dos desequilíbrios no perispírito, causados pelo Espírito, toda vez que infringe a lei do Bem, que é a que impera sobre tudo e todos, dá também um bom motivo, para evitar a revolta, o desespero, a inconformação, que muitas vezes, concorrem para piorar a situação e a própria doença.
Demonstrando, também, ser a doença, quase sempre, um processo de cura, de libertação de efeitos de erros em um passado remoto ou próximo, oferece os elementos racionais e lógicos para um melhor entendimento da necessidade dela para o homem imperfeito.
"A dor, sob suas múltiplas formas é o remédio supremo para as imperfeições, para as enfermidades da alma". escreveu Léon Denis no seu livro Depois da Morte, Quinta Parte, L - Resignação na Adversidade.
Supremo, significa derradeiro, último, extremo, que está acima de tudo. Isso significa que não é o único remédio, mas é o usado quando todos os outros falharam.
Como o Espírito imortal faz sua caminhada evolutiva através de todas as experiências do viver, a doença tem, também, na Terra, a função de estimular no sofredor o desenvolvimento das virtudes que, na saúde, em geral, ele não as deseja ou não sente a necessidade de desenvolvê-las em si.
A doença pode, se bem entendida e aceita, transformar o homem em um ser melhor, muito melhor...
Deus, Inteligência Suprema, criou leis para auxiliar seus filhos na caminhada evolutiva. Uma delas é a de causa e efeito, que faz com que toda ação provoque uma reação semelhante à causa que a provocou.
Assim, os habitantes da Terra, Espíritos rebeldes às leis divinas, embora continuem vivendo em um mundo maravilhoso, tendo todas as oportunidades de viver de acordo com as leis divinas, podendo até saldar suas dívidas anteriores através do amor ao próximo, ainda permanecem sujeitos às doenças e sofrimentos, porque continuam presos ao orgulho e no egoísmo, aos valores materiais.
Por isso, as doenças, as dores e os sofrimentos fazem parte do cotidiano do homem.
Se assim é, sejamos inteligentes e aproveitemos para estudar, em nós, suas causas, procurando eliminá-las, aproveitando, quando doentes, o desenvolvimento da paciência, da tolerância, da resignação, do respeito e gratidão pelos envolvidos no processo de tratamento, facilitando seus trabalhos, em favor de nós mesmos, compreendendo as doenças na sua função de reeducar-nos, de colaborar com nosso desenvolvimento moral, tão necessário quanto o desenvolvimento intelectual.
Os portadores de deficiências ainda não estão suficientemente integrados na sociedade espírita.
Essa afirmativa não significa que existam discriminações propositais ou que a sociedade espírita tenha para com eles uma atitude e um procedimento diferentes das demais coletividades.
O que desejamos salientar é o desnível entre os princípios da Doutrina Espírita sobre a vida, o ser, o destino e as conseqüências práticas retardadas, dentro do objetivo expressado pelos espíritos a Allan Kardec no alvorecer da Codificação: "É ao mundo todo que se trata de agitar e transformar". Diante da árvore mais fértil plantada na Terra após o cristianismo, parece-nos que os frutos estão espalhados pelo chão como se tivéssemos o privilégio de só colher o que satisfaz à fome de cada um de nós.
A Doutrina Espírita tem tal sabedoria e profundidade que não basta conhecê-la por leitura e por estudo. Seu tríplice aspecto, em caráter de síntese das verdades que a filosofia, a ciência e a religião procuram separadamente sem encontrar (exatamente por estarem separadas) necessita repensares a cada experiência de vida, a cada geração de pessoas, a cada descoberta do progresso. A ultrapassagem do mecanismo reducionista newtoniano e do racionalismo do método cartesiano, que ensinaram a classificar e a pensar com clareza, levou, pela lei do progresso contínuo, ao novo paradigma, de que tanto se fala hoje, próximo ao holismo integrativo, sem perder a centralização monista.
É ainda no Espiritismo, tal como codificado por Allan Kardec, que encontramos o marco inicial desse paradigma e as bases para a civilização dos próximos séculos - "Tudo se encadeia, tudo se liga no universo" é a frase-chave da nova visão cultural e, sob ela, todas as circunstâncias, situações e variedades assumem importância imprescindível à harmonia do todo, cujo fulcro irradiador é "A Causa primária, a Inteligência Suprema".
Não é fácil, hoje, avaliar corretamente a transcendência do aparecimento histórico cultural do Espiritismo na Terra. Menos fácil é a aplicabilidade na vivência pessoal e ainda menos fácil a projeção na sociedade da função transformadora que ilustraria o objetivo implícito nessa transocialização entre encarnados e desencarnados. Os grupos sociais, unidades da sociedade, não são simples soma das pessoas mas uma terceira realidade que tende a exercer pressão e hegemonia sobre cada um dos indivíduos que os compõem.
A Cibernética Social, estruturada pelo sociólogo Waldemar de Gregori, analisa a sociedade dentro de uma ótica sistêmica, entrelaçada nas telas de um "Show planetário". O indivíduo busca sua difícil auto-condução, em meio a um jogo triádico, tendo de um lado o Poder ou a situação dominante Oficial, do outro lado, o apelo natural de Renovação e, no centro, a posição Oscilante, entre um e outro, não propriamente procurando o equilíbrio mas permanecendo indecisa sobre o rumo a tomar. O contexto natural renovador acaba se sobrepondo e obtém o poder da oficialidade que, temporariamente, se estabelece e fica conservador até a repetição do processo.
Essa trialética lembra as observações otimistas de Kardec sobre a transformação da sociedade através da influência da minoria tendente à verdade e ao bem sobre a maioria indecisa, para defender a sua certeza absoluta de que "o bem vencerá". A Cibernética Social destaca a "dinamização das potencialidades" como agente do processo de mudança, tanto no nível individual como no nível grupal, societário e universal.
Referimo-nos, de passagem, à visão da Cibernética Social para reforçar as afirmativas que unem a clareza cartesiana, utilizada por Allan Kardec nos livros da Codificação, às atualíssimas concepções da trialética holística. O que se tem de verdadeiro em nossa modernidade já estava presente na magnífica síntese publicada na Terra em 1857 sob o nome de O Livro dos Espíritos.
O objetivo das encarnações é a evolução, que pode ser expressada como o processo do desenvolvimento das potencialidades dos filhos de Deus, herdeiros do reino do Pai, por direito de criação.
É nesse contexto que colocamos a primeira afirmativa do nosso tema e que podemos compreendê-lo. Não, certamente, aceitá-la passivamente sob pretexto de suas dificuldades mas procurar os pontos vulneráveis que permitirão concretizar uma das condições mais decisivas para a fraternidade humana: o relacionamento empático de um para com todos, sem exceção. Por isso Jesus disse: "Ama a teu próximo como a ti mesmo", abrindo a primeira porta da libertação dos viventes na Terra, a partir das experiências comuns aos aprendizes, ainda na fase de um periférico amor a si próprio.
A frase evangélica, sábia entre as mais sábias, faz surgir novas conotações humanas na busca de vocábulos ligados à harmonia, cuja falta se traduz em inquietação, insegurança, medos e infelicidades. Uma dessas conotações está na palavra Empatia, desenvolvida por Carl Roger, na qual o outro é, em essência, igual a mim; o que busco, ele busca; o que faço nem sempre ele consegue fazer mas muito do que ele faz eu não sei fazer; então, estamos interligados como equipe, permutando capacidades para chegar à vitória, jogando no mesmo time. As considerações acima colocam o significado da integração humana dentro da empatia como condição de dignidade de vida. Mas as pessoas portadoras de deficiências são vistas como elementos estranhos onde quer que estejam, exceto nos poucos lugares destinados aos tratamentos especializados. O drama social que enfrentam está no fato de apresentarem suas diferenças tão ostensivamente que é difícil não se tornarem focos de atenção e, a seguir, de retração. Talvez essa retração (que leva à rejeição e à discriminação) disfarce uma espécie de medo e auto-defesa, provocados pela desconfiança de que se o fato ocorre com alguém da espécie humana pode acontecer conosco e a qualquer momento. Como de fato pode.
A integração humana começa na concepção, ou melhor, antes dela quando o "campo" vibratório da futura mãe se torna um ímã de atração para o futuro filho, dentro do envolvimento já existente e do plano reencarnatório, delineado, escolhido, aceito ou imposto para os encontros naquele trecho do caminho da vida.
A contribuição do Espiritismo é urgente nesse início de interação e empatia, ainda porque cada nascimento é uma resposta ao apelo da fraternidade e cada resposta pessoal interfere na humanidade toda. Essa contribuição acresce de importância nas encarnações difíceis, cujo número está percentualmente aumentando em nossa modernidade.
Vários livros e pesquisas estão sendo divulgados identificando que o preparo para o convívio harmonioso e para a vida plena começa no diálogo com o bebê no ventre materno.
Afirmam que é, efetivamente, um diálogo, pois o adulto fala e o feto responde como pode, sendo, é claro, mais receptivo que expressivo. Esses alguns livros são contudo poucos, além de se posicionarem dentro de modelos acadêmicos. Não ousaram avançar antes dos primeiros movimentos do bebê sentidos pela mãe e se omitiram de aspectos espirituais.
Que pena!
Os livros recebidos por Chico Xavier, notadamente a série André Luiz, forneceria a esses escritores e pesquisadores, um imenso oceano de informações. Que esplêndido programa poderão as sociedades, as instituições, os centros e as casas espíritas desenvolverem nesse sentido! Ouviremos: "Já está sendo feito esse trabalho.
No Brasil a gestante, principalmente a carente, recebe assistência pré-natal em inumeráveis serviços espíritas, acrescidos de cursos sobre o nascimento, confecções de enxovais e fluidoterapia através de "passes", além de sugestões educacionais.
A nosso ver isso é muito bom mas é ainda muito pouco e qualitativamente pequeno diante dos recursos oferecidos pela Doutrina Espírita na sua abrangência metassocial.
Movimentos estão surgindo em São Paulo prenunciando boas esperanças de expansão como o VITA, criado em 1990 para a Valorização da Vida intra-uterina e a Materialidade Holística, referida no livro recém lançado do confrade Marcos Augusto de Azevedo.
Foi bom ele ter nascido?
As respostas variam.
Os preocupados com a situação sócio-econômica lembram que ele é um dos 10 em cada 100 que vão agravar ainda mais os problemas da Terra, ligados à produção e à distribuição de recursos.
Os adeptos das religiões apresentam respostas diversas: "A vontade do Todo poderoso quis assim", ou simplificadamente: "É o Karma". A ciência de retaguarda, procurando ser humanista, poderá dizer: "Provavelmente, morrerá cedo". Os amigos, compadecidos, dirão ao bebê: "Coitadinho, é um anjinho" e aos pais: "Estamos com vocês nesse drama tão triste" e aos vizinhos "Souberam da tragédia acontecida na família dos Silvas?".
Essas frases, em estilo informal, apresentam por abrangência as outras variedades.
Em todas, ele, o bebê atípico, é o indesejável, o subconscientemente rejeitado.
A nós, participantes da coletividade reencarnacionista, uma dessas respostas merece maior análise. É aquela que, lembrando por atavismo cultural a Pena de Talião: Olho por olho, dente por dente", condena sem julgamento e coloca sobre os frágeis ombros do bebezinho excepcional, arbitrariamente os qualificativos da criminalidade, em nome da Justiça divina, que, nesse sentido, fica menor que o Amor.
Por mais que a coletividade espírita esteja falando e escrevendo sobre o que dissemos acima, ainda é pouco.
Não porque queiramos mas porque, como nos lembra André Luiz, "Contra os nossos anseios de claridade temos milênios de sombras". A vocação punitiva, tão enfatizada no Velho Testamento, resiste à plenitude do Amor dos Evangelhos cristãos.
O bebê deficiente está no seu berço de redenção.
A família se entristeceu e se decepcionou por ele ter nascido como nasceu.
Lembra-nos um dos personagens do extraordinário livro "Memórias de um suicida" (ditado à médium Ivone Pereira), que renasceu sem os braços.
Na intimidade, seu espírito estava felicíssimo. recebera a oportunidade tão solicitada.
Amigos desencarnados se regozijavam, ainda porque ele voltara ao aconchego dos mesmos comparsas de escuras tramas do passado.
Finalmente surgira o momento da decisiva renovação para todos. Mas, aqueles mesmos familiares de hoje e de outrora, choravam a desgraça que acontecera por lhes ter nascido um bebê defeituoso.
Tal como comparamos a felicidade à sintonia com as leis divinas, sob a luz do Espiritismo, pudemos comparar a experiência difícil com a redenção concentrada ou a renda do tesouro acumulada. Sim, é para resgatar dívidas contraídas, mas o passado ficou lá atrás e o presente é o novo dia projetando-se para o futuro.
O estigma moral colocado sobre os deficientes de hoje é uma confusão entre passado e presente, uma distração interpretativa diante da tese espírita sobre a evolução.
Um dos riscos na compreensão da Lei de Causa e Efeito está em se enfatizar os aspectos dramáticos de preferência aos abençoados atalhos, que são estreitos e árduos, mas necessários à gloriosa escalada na montanha do auto-aperfeiçoamento.
Coloca-se sobre as palavras "Expiação" e "Provas" uma sobrecarga pejorativa, também arbitrária, que as faz sobressair sobre a finalidade fundamental das reencarnações, em suas múltiplas variedades, dentro das duas metas expressadas na célebre resposta 132 de O Livro dos Espíritos... "a Perfeição" e, depois, "tornar a criatura apta a colaborar na obra do Criador".
Sobressai o dueto passional crime-castigo como se não estivesse tão clara a certeza de que Deus é Amor.
Expiação e Provas são desvios comuns do trânsito, possibilitados, menos por punição do que pelo amor contido no centro da Lei Divina.
Pensamos que a sociedade espírita tem todas as condições para preencher esses espaços vazios criando e desenvolvendo serviços alternativos para complementar a integralidade da assistência.
Ousamos afirmar que, sob variadas formas, a sociedade espírita está sendo convocada a se mobilizar também nessa área.
Não se trata propriamente de se sobrecarregar com a criação de construções especializadas, mas de oferecer mais ampla contribuição às que já existem, principalmente na área específica da vivência espírita, como na fluidoterapia pelos "Passes" e nas diversas formas comuns na Casa espírita que podem se ampliar em favor dos deficientes.

ines


 Comentários (Total: 8 )

Por favor tenho uma pergunta que para mim e muito importante, mudei de sao paulo para atibaia, aluguei uma casa, eu , meu marido e minhas duas filhas. Foi entrar nesta casa tudo comecou a mudar, as criancas brigarem muito, as coisas ficaram sem graca em nossas vidas, a situacao financeira antes estavel, teve uma queda significativa. Fazia muitas oracoes, sou esoterica, tenho muita fe em Deus, acendo minhas velas para nossos anjos da guarda, tenho amor em animais, pensamentos positivos, mais nada adiantava, tinha alguma coisa errada. Como tenho poucos vizinhos, o lugar e tipo de chacara, fiquei sabendo bem depois que o proprietario ainda jovem construiu a casa e faleceu derepente. Consultei um mediun, ele me disse que havia forcas destrutivas nesta casa. A impressao que tinhamos e de que estavamos sendo observados o tempo todo. As criancas nao iam nem ao banheiro sozinhas. Investiguei com os poucos vizinhos e fiquei sabendo que nunca parou inquilino nesta casa. Eles entravam e saiam em menos de um mes.Agora estou bem em outra casa, sinto uma energia otima, tudo esta mudando lentamente, tenho paz, acendo minhas velas, faco minhas oracoes e quero apagar esta casa passada da minha vida. Sera que pelo fato de eu ser bem ligada a fe, oracoes, anjos, velas, pensamentos positivos, foi este o motivo que consegui ficar quase tres anos la. Me respondam pelo amor de deus, eu quero virar esta pagina da minha vida. Outra coisa interessante que nos deviamos ter prestado atencao desde o inicio e que a viuva alugou a casa por um aluguel bem abaixo do mercado, pois a casa era linda, enorme, e nos achamos que era sorte nossa termos encontrado uma casa daquela, num maravilhoso bairro com aluguel tao barato. Outra coisa, quando decidimos sair, a impressao era de que ate as paredes nos olhava, as janelas, olha uma experiencia que so o espiristismo pode explicar. Por favor me respondam o que sera que foi aquilo. Eu agradeco com toda minha fe e de coracao uma resposta urgente. Por que eu preciso de uma explicacao logica. Sao palavras sinceras de uma mae de familia.

Atenciosamente,

Rosa Maria de Souza.


Veja. Não há nenhum grande mistério, apenas ocorre que o espirito que desencarnou na casa, está ligado mental e sentimentalmente a ela e tudo faz para que ninguém tome posse da casa que imagina deva ser eternamente sua. Este irmãosinho está sendo visitado pelos mentores, ele precisa de preces e boas emanações para que possa entender que não tem mais necessidades materiais.. e que manter guarda sobre a casa, é só perder o tempo que poderia usar para o seu próprio adiantamente no plano espiritual. PAz e Luz amiga.
Lando

Quem é o deficiente mental? Como se realiza o processo para que nasça com esses problemas.  Ajuda espiritual e prevenção para que diminuam essas possibilidades.

No Livro dos Espíritos, q.371 a 374, respostas dos Espíritos a Kardec sobre a idiotia, hoje deficiência mental. Q.371 - A opinião de que os cretinos e idiotas, teriam uma alma de Natureza inferior tem fundamento? Não. Eles têm uma alma humana, freqüentemente mais inteligente do que pensais e que sofre com a insuficiência dos meios de que se dispõe para se comunicar.
Q.373 - Abuso da inteligência... É a base da Doutrina. Vamos encontrar na vasta literatura espírita mais e mais argumentos que nos mostram com clareza quem é o deficiente mental. Dr. Bezerra de Menezes, no livro Recordações da Mediunidade, psicografado pela médium Yvone Pereira - nos mostra que muitos casos de retardamento mental e problemas epiléticos profundos são ocasionados pelo suicídio.
Podemos citar dois casos:

Trem de ferro: entorpecimento dos músculos, nervos e até da medula espinhal provocado pelo traumatismo violento, o perispírito é lesado pela violência.
Grande Altura: predisposição à loucura e epilepsia, as convulsões nada mais são do que vínculos mentais revivendo o passado (zona de remorso).

Sobre o remorso, André Luiz, no livro Evolução em Dois Mundos, nos fala sobre "Predisposições Mórbidas", gerando anomalias muito grandes no corpo físico e explica:"A recordação dessa ou daquela falta grave que ficam calcadas no Espírito sem que tenha tido oportunidade de desabafo ou corrigenda, cria na mente um estado anormal que classificamos de zona de remorso, provocando distônias diversas de uma encarnação para outra." Epilepsia, no livro "Mundo Maior", de André Luiz encontramos a história de um jovem com crises de epilepsia, provocadas apenas pela percepção da proximidade dos obsessores, apesar de estar ao lado de antigos amigos espirituais em seu quarto, a ligação e a sintonia com esses espíritos por causa do crime, do ódio e o remorso provocam a manifestação da modéstia.

No livro "Grilhões Partidos", psicografado por Divaldo P. Franco, Manoel Philomeno de Miranda, relata a história de uma jovem epilética que em reencarnação anterior, assassinou o marido e o amante, tendo de viver o resto de seus dias mentindo e escondendo seu crime, com isso lesando os centros perispirituais que alteraram o novo corpo afetando o metabolismo endócrino. Ainda quando causados por traumatismo craniano, sífilis ou
Deficiência Mental – Uma visão Espirita

tumores, o Espírito já tem a predisposição para a enfermidade. Dr. Jorge Andrea, no livro "Psicologia Espírita" aborda a temática do deficiente mental no cap. "Dinâmica Espiritual do Excepcional", falando da participação do espírito na formação do seu próprio corpo. "Os genes cromossomiais responsáveis pelos fatores da herança, teriam em seu íntimo as influências dos vórtices do psiquismo profundo a comandar, orientar e ditar normas no mecanismo da vida. "Essa colocação completa o que André Luiz nos mostra sobre a zona de remorso."

Vemos, então, a influência enorme da consciência do reencarnante modelando seu próprio corpo, influenciando os genes da hereditariedade. A epilepsia congênita muito comum no excepcional seria distúrbio ligado a causa pregressa. O deficiente mental (congênito) não foge a essa regra.
Outro ponto importante é quando ele coloca: "O Espírito reencarnante com suas deficiências, buscando a futura mãe, sintoniza-se, afiniza-se mais facilmente com as células sexuais que carregam deficiência e desajustes em suas estruturas íntimas, isto é, aproveitamento da Lei para que o Espírito não escape ao seu destino doloroso, mas necessário."

O deficiente mental apresentando distúrbios múltiplos, não pode ser traduzido como um acaso biológico, inclusive no phpecto hereditário que a Doutrina Espírita nos mostra relativa. No livro "Missionários da Luz", cap. 12, André Luiz nos mostra inúmeras experiências onde o Espírito reencarnante pede que sejam alteradas certas condições físicas para que possa vencer as suas provas.

Em "Evolução em Dois Mundos - cap. 7, André Luiz fala:..." no ser em formação toda permuta entre os cromossomos é presidida por agentes magnéticos ordinários (lei de hereditariedade), ou extraordinários (pela intenção dos Organizadores do Progresso).

Em razão disso, atendendo-se aos objetivos finalistas do Universo, não será possível esquecer o plano Divino, quando se trate de qualquer imersão mais profunda na genética, ainda que isso contrarie aos cultores da ciência materialista."Boletim Médico Espírita, Junho e Agosto de 1987, "Evolução em Dois Mundos", "O corpo herda do corpo, a primeira célula formada após a fecundação é a primeira expressão do próprio corpo, depois na formação não há ação dos Espíritos ou da mente do reencarne."

Ajuda espiritual e prevenção:
Consiste que apenas o corpo está atrofiado, incluindo o cérebro e pela resposta que os Espíritos dão a Kardec, na questão 374 sobre a lucidez da consciência, a terapia espiritual deve ser com vibrações, preces, palestras, pois ouvem e entendem o passe, e em alguns casos, de maior rebeldia, esses passes são aplicados duas ou três vezes na semana e ainda a Evangelização aos que têm um pouco mais de entendimento.

Terapia Preventiva:
Divulgação Doutrinária intensa; Palestras nos Centros; Cursos de Doutrina; Programas nas Emissoras, mostrando a Lei de causa e Efeito -as conseqüências oriundas dos erros, egoísmo, etc. É a única maneira de evitar que nasçam, no futuro, deficientes mentais.


Eu estou passando por uma situação financeira horrosa, estou cheio de dívidas, desesperado, não consigo imaginar como poderei sair desta situação.Estou a beira de um colapso, preciso muito de orientação espiritual para tentar solucionar os meus problemas com a máxima urgência.Por favor me ajudem a não perder a fé, necessito do apoio para tentar sair deste atoleiro em que me encontro.Me ajudem, não tenho mais paz, as cobranças estão me tirando do limite de tolerância, sei que sou culpado pela minha insolvência mas, desejo reverter este quadro de sofrimento terrível que se abateu sobre mim e que atinge também os meus familiares e amigos. Tenho que encontrar uma saída por isto peço com todas as forças a ajuda espiritual que  possam me enviar. em nome de Jesus me ajudem a clarear a minha vida. Obrigado.


Eu tenha uma filha que é especial portadora da SINDROME DE MOEBIUS é uma doença rara,tive conversando a minha professora de biologia ela me falou umas coisa q fiquei impressiona,coisa que nunca tinha ouvido antes que a minha filha pode ter vindo de outra geraçoes eu não sei como explicar pode ser de outra encarnaçoes,ela que me deu esse site para eu ter mais conhecimento.Queria saber tudo sobre vidas passadas como lidar com isso.não tenho problema com minha minha filha graças a Deus,ela é uma menina linda é um presente Deus que eu ganhei,levo ela sempre pra fazer o tratamento dela em um cidade proxima daqui que é Itabuna,eu moro em Coaraci.Agradeço desde já a sua compreenção. ALCIONE MENDES


 Olá, preciso muito de ajuda. Pois, sou portadora de HIPERPLASIA CONGENITA DA SUPRA RENAL, ou seja, nasci com a minha Genitália Ambigua (somente com canal da urina e aos 14 anos, feita cirugia para demais passagem) e aos 6 anos, adquirir Hipertensão devido ao mesmo problema. Minha mãe jamais aceitou o meu problema, sempre me tratou mau, nunca respondera quando perguntava sobre o meu problema, dizia que eu não era filha dela, por que, ela não tinha filha deformada, doente etc... . E sendo tratada dessa maneira, cresci uma pessoa revoltada e cheias de mágoas. Sempre questionava a DEUS o porque? de tudo isso sabe. Mesmo após adulta, minha mãe falou algo, que até hoje me faz chorar e muito qdo lembro. É como dizem, quem bate esquece, mas quem apanha jamais esquecerá.

Sou uma pessoa que tem facilidade de fazer amizades, mas rara vezes amoga para revelar o meu problema. Converso, brinco, conto piadas, fora de casa, pois dentro, procuro me trancar em meu Mundo Solitário, remoendo tudo de ruim que ouvi e que me fizeram. Sempre procuro ajudar o próximo, mas nunca tenho uma mão estendida para mim quando preciso (isso por parte da que diz ser minha família), pois sempre que precisei e fui pedir ajudar, me negavam. Mas, vou levando a vida nesse mundo sozinha, nunca tive uma compania afetiva (já tentei, mas qdo penso na reação da pessoa, qdo falar do meu problema, me afasto bruscamente), procurando ter uma religião para seguir, pois confesso que não gosto da Católica por causa da sua história, e me identifiquei e muito com o espiritismo, mas nunca frequentei uma reunião. Já tentei várias vezes, mas sempre há algo que atrapalha, pois toda vez que me inspiro em ir em um que passava em frente qdo vinha do trabalho, algo acontence, parece que há um impedimento tão grande para encontrar a minha paz terrena e claro, espiritual. É inacreditável. Estou lendo o livro " O Evangelho Segundo o Espiritismo" que uma amiga espírita me deu ano passado, e sempre q abro esse livro e começo a ler, acontece algo em mim, o meu hora fica pesado , outrora leve, uma calma dentro de mim, sei lá, é mais ou menos isso.

Gostaria muita de sua ajuda, procura entender desse problema, que é raríssimo e um tanto grave, por que a não aceitação por parte de minha mãe e sucessivamente da minha, e entender o por que não consigo me aproximar de um Centro Espírita?

Irmã Ines, parabnizo-a  pela excelente matéria que nos brinda. Posso até discordar  de alguns pontos-somos uma ciência e não existem dogmas de fé entre nós- mas, o conjunto é muito bom. Insisto que o Deus punitivo, carrasco, cruel, tirânico, está no Velho Testamento que é uma cópia piorada do Taró.  Nós não seguimos a Moisés. O nosso Mestre é Jesus Cristo. Ele nos falou em perdão. Em amor. Em oportunidade de reabilitação.  Já disse ,em outros comentários,  que o homem é a obraprima do Senhor. Tem uma inteligência prodigiosa.  Bastou libertar-se dos grilhões do obscurantismo fanático religioso e doenças que dizimavam povos e nações hoje não existem mais. Muitas deformações também foram vencidas. A poliomelite , por exemplo, que fazia crianças nascerem aleijadas, com duas gotas de vacina Sabin e não acontece mais. Hoje temos um pré-natal que possibilita evitar más formações de fetos e tratamento preventivo das gestantes. Crianças ficavam cegas ao nascer. Hoje não ficam mais.  E há cegueiras que são curadas pela intervenção cirúrgica oftalmológica. Leucemia pode ser curada por medicamentos  ou trasplante de medula. Eu me lembro do primeiro transplante com dr. Barnard. Conheci , de perto, o autor do segundo, dr. Zerbini e me orgulho muito disto.  Hoje são rotineiros.  Quase tudo no organismo é transplantado e com sucesso.   A medicina terá que derrubar alguns tabus para  fazerem o que seria perfeitamente possível: evitar a má formação fetal acidental ou hereditária.  Pode-se saber se um casal tem qual percentual de possibilidade de gerar um monstro. É muito fácil ser monstro  neste tal de Karma. Quem vai penar horrivelmente é o monstro.  Quem viu "O Homem Elefante"? É um filme que eu recomendaria a todos. Quando o monstro nasce, ninguém quer assumir. Nem o governo. Obriga a família a ficar com ele  e lavam as mãos como Pilatos.A família? Quem quer ser família de monstro? Temos que deixar de hipocrisia.  Jesus disse: Ai de vós, fariseus hipócritas, não passais de túmulos caiados, por fora brancos de tinta, por dentro ossos e carne podre!" "Ai de vós, que assentais à primeira fila das sinagogas" "Raça de víboras!".  Então, dizer que é carma e que o cara tem que sofrer para pagar faltas de outra encarnação  é próprio do Velho Testamento que tem "O Anjo Exterminaqdor", " As Sete prgas de José do Egito", "Sodoma e Gomorra". Eu lia estas estórias quando criança e perdia o sono. Tinha pesadelos. Me via cercado de demônios. Corria para o padre para confessar  banalidades apovarado com a idéia do inferno. Sou mais a favor das reencarnações sucessivas, com todas as oportunidades de ser feliz e bom. Se persistir em ser infeliz e mau, volta, aqui ou em outro mundo, para se desenvolver. Há de chegar a encarnação redentora.

Gostaria de acrescentar sobre o assunto que a Irmã Inês colocou tão bem, embora, repito, seguindo a tradição kardecista da natureza científica, antes de ser religião, eu coloque  algumas discordâncias. Com a devida vênia!

Tenho amigos da minha idade, quase 71,  que  me matariam de inveja se não ficasse tão feliz com o que dizem: nunca tive nem uma simples dor de cabeça! Nunca fiz regime algum! Faço exames que dizem que está tudo normal. Nada , em mim, me incomoda.

Fico meditando: puxa! Eu já sofri quase todos os sofrimentos pessoais possíveis. Até alguns impossíveis. Será que estes amigos (foram vários) vieram a este mundo só para se divertirem? Porque eu não?

Ora, eles , ou estão na primeira encarnação, ou já pagaram quase toda a dívida de encarnações passadas, ou foram muito bem cuidados, na infância , onde se forma a base, ou trata-se de herança genética. Peguntei-lhes. E eles me responderam que saude é tradição na família. Todo mundo desencarna  de muito velho. Passam dos cem. Ouviram o viram a entrevista do Niemayer? Já passou dos cem. Disse que fuma ainda. Parou de beber tem  pouco tempo. Ordens médicas pela idade. Mas, não gosta mais de beber. Estamos em BH para inaugurar  mais uma obra sua. Genial. O novo Centro  Administrativo do Estado.Na entrevista ele disse o que eu disse acima." Família de lonjevos saudáveis." Qual o motivo de tamanho privilégio? Deus é justo. Se é justo, então, por que? Como espírita idoso e experimentado, eu diria que ninguém é reencarnado como punição. Mas, se vier num ambiente de baixo nível, seja , moral, intelectual, social, as suas chances de não ter uma vida saudável são muito grandes. Acontece na natureza. Os judeus plantam e colhem no deserto. Os japonezes, porque têm pouco espaço e muita gente, plantam em qualquer lugar e colhem o melhor. Jesus falou sobre isto: boas árvores dão bons frutos. Bons frutos, boas sementes. E destas, boas árvores. Temos que construir uma sociedade  sem sofrimento, sem Karma.  Para isto, Deus nos deu uma inteligência incalculável.Já existem países muito adiantados neste processo. O Brasil, por ser abençoado por Deus, deveria já ser o "Eldorado" previsto por Voltaire em "Cândido e o  Otimismo". Pela localização de Cândido, é aqui."Terra boa, em que se plantando tudo dá", dizia Caminha a El Rey. Temos que lutar,pelos nossos próprio meios, contra a maldade  e a doença. Jesus estará ao nosso lado.


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