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Porque no tempo presente, tanta gente querendo consolar? Do lado de lá da vida, vem gente contente, aflita, vem quem ama. Tem os que não ouvem ainda, fazer o que!, mas eles vêm assim mesmo! Falam aos corações em segredo, da vida além da vida de vários jeitos.
A uns tão claramente que parece loucura, ouvir os mortos Ah! Não! Mas prestemos atenção, quem nos consola, nos dá forças?, pra continuar na batalha quando parece tudo perder-se? De quem á voz que sussurra quando ficamos sem rumo? Carentes?
Dirão é de Deus, é de Deus. Por certo que é! Mas Deus é Pai, nos deu a terra, essa bolinha azul no espaço infindo. E todos juntos somos filhos a cuidar dela. Podemos ficar parados? Deixando somente ao Pai o trato da terra? Sem compaixão? Sem amor?
Então, meu coração assim diz: Os filhos também trabalham. Quando o Pai manda um dos seus filhos, ele trabalha: Ama, se compadece. E seu amor é tão ativo, que quando mestre ensina o b a bá da vida alem da vida! Quando é o caso, quando não, apenas sussurra persevere! Amanhã é novo dia!
Como uma voz dentro da gente, como se fosse a gente, muitas vezes ensina. Quando a compaixão nos toca, a agir por caridade. Quando amar bate a porta a fazer o que se possa!, Mesmo que única coisa possível seja ouvir quem chora!
E neste mundo onde Deus derrama do seu espírito, uns: dos que já foram filhos, doutros, pais amorosos além da vida sussurram. Parece que é a gente pensando, meditando no bem a fazer, mas é Deus! Deus por seus filhos agindo, oferecendo o braço, o consolo, compreensão, perdão.
Então quando o presente aparece, com seus raios de luz no céu. Lembramos de agradecer, de entender que por amor nos envolve? Permite-nos estar junto daqueles que amamos, por uma força imensa! Aquela que na ausência física ecoa em nós e por nós!.
Sentimos nossos pais que partiram, nossos filhos, irmãos, amigos. Bem dentro de nós como incentivo. Afinal todos eles que dizemos nossos. São teus! Deus! Teus filhos.
E trabalham nos campos da terra, que deste aos vivos na oportunidade da vida, e para além dela, junto a nós, como seu espírito que se derrama. Consolando, socorrendo, oferecendo amor, em prece, no braço que acolhe. Do amor que consola por serem vivos: Além da porta, daquela que chamamos morte. Mas que é apenas a passagem para mais compreender teu amor por teus filhos.
Deus, neste teu presente, te amam e agradecem. Teus filhos.
Antonio Carlos Tardivelli |